Reação da Família

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(foto: Freepik)

Dr. Drauzio Varella entrevista o psiquiatra Marcio Bernik (última parte)

Drauzio – Como a família deve portar-se diante de um portador do transtorno de pânico?
Bernik – O pânico, como todas as doenças psiquiátricas, não dá pintas vermelhas na cara como o sarampo nem 39º de febre. Por isso, é muito comum a família entendê-lo como uma forma de fraqueza moral e de personalidade e reagir da seguinte maneira: “eu também não gosto de trânsito, mas vou trabalhar todos os dias”. Por isso, é de importância fundamental a conscientização da família. Grupos de auto-ajuda, livros sobre o assunto ou mesmo a internet podem ser úteis para que os familiares entendam a natureza da doença. O mal-estar que o paciente experimenta num congestionamento é muito diferente do desconforto que qualquer um de nós possa sentir. Por outro lado, o excesso de compreensão pode favorecer a esquiva fóbica e a pessoa não sai mais de casa nem para ir à padaria. Na verdade, a agorafobia cresce com os bons cuidados. A família deve incentivar a atividade do doente. “Eu sei que você não se sente bem, mas é importante continuar indo à escola”, ou “se você conseguisse ir ao clube, ir trabalhar e não pedisse demissão seria melhor para sua auto-estima” são estímulos importantes para os pacientes com síndrome do pânico. Repouso é bom para gripe. Para doenças crônicas como depressão e pânico que muitas vezes a pessoa carrega pela vida afora, o pior é ficar em casa repousando. O certo é levar a vida o mais normal possível apesar das dificuldades.

8 COMENTÁRIOS

  1. Olá,boa tarde! Me chamo Paulo e tenho 23anos.<br /><br />seguinte,vou contar a minha historia.aos 16 anos comecei com a cocaina e quando foi mais ou menos em 2009 para 2010,uns &quot;amigos&quot; me chamaram pra fumar um beck,eu sempre tive aquela vontade de experimentar,fumei um de boa com eles,e quando foi uns 30minutos depois,fumei outro,so que quando fumei esse,senti uma frieza subindo para o

  2. Olá,boa tarde!<br /><br />seguinte,vou contar a minha historia.aos 16 anos comecei com a cocaina e quando foi mais ou menos em 2009 para 2010,uns &quot;amigos&quot; me chamaram pra fumar um beck,eu sempre tive aquela vontade de experimentar,fumei um de boa com eles,e quando foi uns 30minutos depois,fumei outro,so que quando fumei esse,senti uma frieza subindo para o cérebro e fiquei muito chapado

  3. na moral comersei a fumar aos 12 anos <br />aos 16 tive problemas com minha familia <br />quando fumava meu coração desparava <br /><br />ao passar do tempo comersei a ter crises<br />deseinvouvir sp sofri muito hoje estou bein<br /><br />mas com ajuda de medicamentos <br /><br />comersei com clomipramina foi horivel<br />mudei para fluoxetina melhorei um pouco <br />ao passar do tenpo voltei a

  4. Anônimo do dia 21 de maio: você é muito novo, não desista de você! Peça ajuda, procure por um tratamento e leve-o a sério! Sua vida pode ser muito melhor sem vícios e paranoias. Tenha fé na vida e tente outra vez!!!! :)

  5. Olá galera, muito bom ler o comentário de vocês. Já tem mais ou menos 2 anos que venho tendo crises de ansiedade, medo e muita paranoia, também percebo que estou meio sem noção de tempo, estou meio perdido, dificuldades de andar, tomar decisões e mesmo sem fumar eu sinto os efeitos no dia a dia. Meu primeiro pânico foi quando a galerinha que agente fumava começou a se estranhar, falar em

  6. Olá, anônima do dia 08/04! <br />Vc pode interagir com outras pessoas com o mesmo problema que o seu aqui no blog ou na nossa página do facebook. Por enquanto não tenho outra ferramenta, mas estou trabalhando para isso! Pela minha experiência, geralmente depois de uma primeira crise de pânico as outras são esperadas mesmo… sentindo.. Se essa sensação persistir, te aconselho a procurar um médico

  7. Oi galera tudo bem? Tenho 15 anos, sou mulher. A alguns dias atras, eu fumei maconha na reunião dos pixadores, aqui na minha area, mas não foi a primeira vez que eu fumei. Mas foi a primeira vez que eu senti essa onda maluca, senti minha boca formigando, meu coração super acelerado, nao conseguia falar direito, a voz nao saia, falava embolado, quase desmaiando, desmaiei por 5 segundos no colo do

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